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Portugal Progressivo

Uma análise crítica da atualidade política, económica, social e moral. Um espaço de partilha crítica sobre temas que mais nos preocupam, nos afetam e nos movem. Nova visão, nova verdade, nova vida!

Uma análise crítica da atualidade política, económica, social e moral. Um espaço de partilha crítica sobre temas que mais nos preocupam, nos afetam e nos movem. Nova visão, nova verdade, nova vida!

Portugal Progressivo

13
Jul25

DESVENDAR O ARRENDAMENTO URBANO: Formação

Filipe

 

Foto_arrendamento

Boa tarde,

RELEMBRO a formação sobre o Arrendamento Urbano em Portugal, a ter lugar entre os dias 24 e 28 de julho de 2025 , na qual terei oportunidade de ser o Formador.

Serão abordados diversos temas, desde a formação do contrato até às perspetivas futuras do mercado em Portugal.

Para mais informações e inscrições, aceda ao link: https://formatius.pt/courses/desvendar-o-arrendamento-urbano/

Garantam já a vossa inscrição!!

Obrigado!

13
Jul25

PSP Strikes Back!

Filipe

Mais uma notícia de comportamentos absurdos de agentes da PSP.

O que, afinal, eram casos isolados quando se falava de agentes da PSP envolvidos em situações ilegais, começa a deixar de ser tão isolado.

Pode vir o chefe da PSP dizer que este caso em especial, também ele, é isolado. Mas se cada escândalo que surge na PSP, apenas por ser de tipologia diversa, é sempre um caso isolado, nunca haverá um problema a discutir.

Mas parece-me que há. E grave.

Assistimos à chegada de uma nova geração de polícias. Alguns deles (não vou estar a generalizar, apesar de serem mais do que gostaria), homens jovens, sem formação, sem educação, com algum complexo de autoridade, prontos para abusarem do crachá que lhes foi dado.

Já disto falei no passado. Entrar na polícia não deve ser um recurso residual de quem não consegue fazer outra coisa. Hoje em dia, a entrada para a PSP basicamente se resume a uma inscrição e um exame mínimo, e já está. Toma lá crachá, toma lá pistola, toma lá bastão, e faz-te a eles.

O resultado está à vista: Terrorismo, abusos, tortura, sodomia, agressões, arrogância, prepotência... Os casos vão-se multiplicar, ou não me chamo Filipe. Aliás, já se multiplicaram. O que se passa é que agora começam a ser conhecidos.

Até eu conheço um caso muito próximo de mim, o meu primo José Filipe. Rapaz normal, mas caído nas malhas da toxicodependência, acabou por dedicar-se a pequenos furtos em supermercados. Já não consigo contar pelos dedos de uma mão as vezes que foi maltratado violentamente pela PSP, desde sovas de lhe partirem 3 costelas, ameaças, agressões verbais, e por ai fora.

Isto tem que mudar. Não são casos isolados, como quer fazer crer o chefe da PSP.

É um mal geracional que deve, e tem, de ser combatido rápida e eficazmente, sob pena de vivermos numa sociedade onde a população tem medo das autoridades, ao contrário de se sentir protegida, como deveria ser.

Haja coragem!

04
Jul25

O caso "Marquês" - Era uma vez um processo de corrupção que não atava nem desatava....

Filipe

Há muitas coisas que não entendo deste caso "Marquês". Eu e, certamente, muita gente.

Para além das questões eventualmente controversas mais óbvias como a demora do processo, a prescrição dos crimes, a invisibilidade mediática dos restantes arguidos, e as intermináveis manobras dilatórias que, apesar de aparentemente legais, me parecem no mínimo imorais, injustas e desleais, há aqui algumas questões de fundo que me chocam ainda mais.

Como é possível que ainda se possa dar tempo de antena a uma(s) pessoa(s) que, digam o que disserem, é evidentemente culpada de atos de corrupção inacreditáveis, agravados pelo facto de terem sido praticados no âmbito do desempenho da função mais elevada e importante deste país?

Como é possível que este senhor, em especial, ainda seja ouvido na opinião pública, publique artigos de opinião, seja comentador televisivo, escreva livros e exerça qualquer tipo de intervenção na vida pública e política?

Como é possível haver pessoas que ainda sejam capazes de minimizar o estrago sem precedente, sem igual e sem comparação possível que estes senhores (porque sim, há muitos mais envolvidos) causaram ao país, à sua estabilidade, à confiança dos votantes, ao sistema político e judiciário português?

Como é possível estas pesssoas terem a capacidade de ainda virem a público manifestar a sua indignação com o sistema judiciário, com o sistema mediático, com o sistema social que eles próprios um dia defenderam, mas que agora, surpreendentemente os "persegue" (como se não tivesse mais nada que fazer), quando supostamente são estas pessoas que andaram a tomar conta dos destinos de todos nós, a invocar o Estado de Direito, a defender as instituições e a apelar à confiança de todos nas mesmas!!!??

Como é possível haver pessoas, já julgadas e condenadas pelos tribunais neste e em outros processos, que continuem a poder ter acesso à vida pública, à vida política, à vida da opinião pública??

São estas e outras muitas questões que me assustam e me atormentam ao ver a evolução deste(s) caso(s). Podemos acusar o MP de atrasos, os tribunais de burocracia, as pessoas de julgarem na praça pública apesar do princípio da presunção de inocência.

Mas, por amor de Deus, também não devemos ser ingénuos, limitados ou desconfiados. É mais do que evidente para qualquer pessoa que "Sócrates y sus muchachos" cometeram atos criminais hediondos e indesculpáveis de corrupção, favorecimento, abuso de poder, e por aí fora.

Que não restem dúvidas sobre este ponto. Aliás, é apenas uma questão de tempo para todos termos o tão desejado e esperado papel comprovativo e confirmativo disto.

Espero apenas que não seja demasiado tarde.

 

 

30
Jun25

FORMAÇÃO: DESVENDAR O ARRENDAMENTO URBANO

Filipe

Foto_arrendamento

Boa tarde,

Chamo a atenção para a seguinte formação sobre o Arrendamento Urbano em Portugal, entre os dias 24 e 28 de julho de 2025 , na qual terei oportunidade de ser o Formador.

Serão abordados diversos temas, desde a formação do contrato até às perspetivas futuras do mercado em Portugal.

Para mais informações e inscrições, aceda ao link: https://formatius.pt/courses/desvendar-o-arrendamento-urbano/

Garantam já a vossa inscrição!!

Obrigado!

28
Jun25

 A Ilusão do "problema" da Imigração

Filipe

Fico algo perplexo e até preocupado ao ver que o Governo e os demais partidos políticos andam a aproveitar esta onda de "pânico", com o assunto da imigração e, por arrasto, da nacionalidade (coisa diversa), criada, de resto, por eles próprios, para fazer "campanha" política e brincar à governação.

Não há números oficiais. Não há uma análise comparativa, de fundo, objetiva e séria dos dados sobre o estado da imigração em Portugal. Não temos noção alguma de como, porquê e quando é que este suposto "boom" se deu, apesar de andarmos todos a emitir opiniões sobre os passos a seguir.

E isto é, no mínimo, alarmante.

O tema da imigração é um tema importante. Sem dúvida. Mas a abordagem está longe de ser a ideal. Gostava de ver uma AR que se preocupasse genuinamente com esta questão, e não apenas com o seu voto e a sua popularidade. Se houvesse uma preocupação genuina com os imigrantes, com as suas condições de vida e de trabalho, com a sua saúde e integração, não andávamos todos à bulha sobre as alterações que estão em cima da mesa. Andávamos a apresentar propostas sérias, fundamentadas e com aplicabilidade prática útil.

Aliás, arrisco mais. Parece-me que todas estas propostas não passam de uma pincelada cosmética ao assunto e não vão, de forma alguma, ajudar a resolver os problemas e ineficiências que rodeiam este assunto.

Estamos há semanas a discutir este assunto, esquecendo tudo o resto. Onde está a habitação, a saúde, a educação, as condições laborais, e todos os demais assuntos urgentes que carecem de atenção? Parece que não há outro assunto que não seja o da imigração e o da nacionalidade. E, como todos sabemos, não poderia estar mais longe da verdade. Há muitos assuntos, muito urgentes, que devem começar a ser tratados. E rápido.

Apelo ao sentido de responsabilidade, preocupação com o povo e com as suas necessidades, em vez da vaidade política e do "craving" incessante pela popularidade.

A este proposito assisti, em autêntico choque, às declarações do Engº José Socrates numa das audiências divulgadas numa reportagem da SIC Notícias, no âmbito do caso "Marquês". Segundo este "ilustre" (que disso nada tem) político, a única ( a única!!!) motivação para uma pessoa se envolver na política é a vaidade!!! Vejam só o estado das coisas. A vaidade. Não é a representação das pessoas, a preocupação com o bem comum e a "coisa pública", a defesa dos seus interesses e o bem estar de quem cá vive e trabalha.

Não. É a vaidade...

Penso que, dito isto, se torna mais fácil perceber porque temos um país político neste estado crítico de doença.

Gasolina para a fogueira: é isto que os políticos nos andam a atirar.

23
Jun25

Talvez o caminho não seja esse, (por)Ventura.

Filipe

Término do c

22
Jun25

Lei da Nacionalidade e de Estrangeiros

Filipe

Acho que há algumas pessoas que devem ter a impressão que ter um passaporte português é como ter o cartão de um "Country Club", ou de acesso a alguma área VIP, ou até de um clube de futebol.

Mas não é.

Ter a nacionalidade portuguesa é, e deve ser, um assunto sério, que deve ser tratado com a seriedade que tem e com o respeito que se lhe merece.

Dito isto, também não acho que (na sua generalidade) as pessoas que querem aceder à nacionalidade portuguesa achem que se trate apenas de um cartão qualquer de acesso.

Estas pessoas querem, na sua maioria, fazer parte. Fazer parte de uma nação, de um povo, de uma cultura. Querem ser integradas na nossa sociedade e não estão aqui a pedir para serem nacionais apenas porque lhes dá o direito de viajar em férias com maior facilidade.

O mesmo se diga para os imigrantes que querem residir em Portugal, trabalhar em Portugal, estudar em Portugal.

A Lei de Estrangeiros sofreu já 19 alterações desde que foi criada em 2007. DEZANOVE! Quer isto dizer que houve mais do que uma alteração por ano!!! Ninguém, nem os juristas, nem as autoridades, nem os imigrantes, nem os polícias fronteiriços, nem o próprio legislador, se entende já com tamanha mixórdia de diplomas que foram cuspidos nos nos últimos anos.

É aqui que reside o problema. Não é por aumentar o tempo de residencia aos estrangeiros que querem ser nacionais, por cortar a possibilidade de solicitar autorização de residencia a brasileiros que vêm de férias ou por dificultar o reagrupamento familiar, que vamos resolver o problema da imigração ou do acesso à nacionalidade.

Até porque a Imigração não é um problema, em si. Portugal precisa da Imigração.

O problema resolve-se com medidas eficazes que combatam este descontrolo por parte das autoridades, tais como o reforço dos postos de atendimento, dos recursos humanos, presenciais, telefónicos e online, a melhoria da formação e qualificação de quem está por trás dos balcões, a melhoria da informação sobre porcedimentos, documentos e informações, a melhoria da sintoinia entre consulados e AIMA, e por aí fora.

É assim que ajudamos os estrangeiros a entrarem como deve ser em Portugal e a cá ficarem legalmente. E, desses estrangeiros, os que querem pertencer, fazer parte da nação e ter o seu passaporte, que possam ter esse accesso desde que demonstrem que essa vontade corresponde a um desejo justificado, real e benéfico para o país. Se é em 5 ou em 10 anos é, para mim, irrelevante.

Tudo o resto a que andamos a assistir dos partidos políticos, desde o PCP ao Chega, é fogo de artifício político, nada mais. Bem espremido, saem apenas umas gotinhas de sumo.

20
Jun25

Os Movimentos de extrema Direita e o (seu) Policiamento

Filipe

Parece-me claro e sem controvérsia.

TUDO o que seja manifestações de violência justificadas com a liberdade de expressão e direito à palavra, devem ser gravemente censuradas e fortemente punidas. Sem exceção.

Assistimos à recorrência destes episódios da extrema direita (aqui sim) que teimam em usar a única forma de expressão que sabem, coitados: a violencia. E isto é, simplesmente inaceitável e deve ser combatido sem qualquer compaixão. Ponto.

O que me tem preocupado mais, e pior, assustado mais, é confirmar que, no seio das nossas forças de segurança, nas suas chefias, haja indivíduos que, escondidos por detrás de um crachá que julgam dar-lhes esse direito, abusem do seu poder e usem a violencia como forma de repressão de minorias, dos mais fracos, dos mais vulneráveis, e de tudo o que não condiz com o seu pseudo-padrão de pureza.

É grave, é assustador, é inaceitável.

Fazer parte das autoridades policiais e de segurança deveria ser um privilégio, uma honra, e uma oportunidade que não se devia dar a todos os que pura e simplesmente se querem inscrever na polícia.

Justificar este tipo de atitudes com as fracas condiçoes (que existem) dadas aos nossos polícias não é nem resposta, nem justificação.

Num Portugal Progressivo, aceder à profissão de polícia seria um processo duro, de acesso restrito e apenas para aqueles que demonstrassem que mereciam lá estar, com exames, psicotécnicos, notas, provas, etc. No reverso da medalha, seria uma profissão nobre, bem remunerada, respeitada e devidamente compensada, como tantas outras profisssões nas quais não vou agora entrar. Mas isto fica para outra discussão, não menos importante.

Ao que quero chegar é isto: É inaceitável, imperdoável e intolerável termos polícias envolvidos neste tipo (e em qualquer outro) de atividades criminosas e terroristas. Estes tipos devem ser (duplamente) punidos, e punidos fortemente, para além de serem banidos da polícia e de qualquer outro trabalho que envolva a paz e a segurança das pessoas. Sem exceção.

Era o que faltava agora termos agora que ter medo, também da polícia, o bastião da proteção da paz e da segurança públicas.

É bom que o poder político, económico e social repense bem este assunto, as suas causas e a sua raíz. Só assim poderemos combater o problema de fundo, a fundo e com resultados.

 

14
Jun25

Israel vs. Irão - Choque Frontal

Filipe

Desde ontem que assistimos em direto a mais um momento chocante no mundo atual.

Fico, mais uma vez, chocado. Fico chocado com o facto de que, a cada momento que ligo a televisão, vejo informação sobre pessoas a morrer. Pessoas a matarem-se umas às outras. Crianças a serem assassinadas, pessoas a serem perseguidas, povos a ficarem sem casa, ódios a espalharem-se como pragas.

Mas em que mundo estamos nós?? Ao que chegámos quando ouvimos que, o líder de uma nação, decide, achando que fará alguma diferença, assassinar 9 cientistas, só porque acha que sim, que podem ser um eventual perigo.

É que, não só a decisão é condenável do ponto de vista moral, legal, social, ético e político, como condenável é assistirmos todos a esta barbaridade com total indiferença. Não ouvi um único comentário, crítica, repúdio ou sequer menção ao absurdo desta situação.

Como é possível achar-se normal que alguém decida assassinar (é esta mesmo a palavra) 9 pessoas, nove cientistas, como forma de combater o que quer que seja. Não estamos a falar de 9 cientistas iranianos que morrreram em resultado dos ataques de Israel. Estamos a falar de 9 alvos especificos, nove pessoas que foram deliberadamente assassinadas, nas suas casas, enquanto dormiam, provavelmente rodeados das suas familias, mulheres, filhos, vidas.

Vidas despedaçadas por uma decisão de um homem, justificado pela alegada ameaça de uma guerra nuclear. Um ato criminoso, ao qual assistimos sem qualquer reação.

Honestamente, sinto-me enojado. Sinto-me enjoado e não sou capaz sequer de fazer mais nada antes de, pelo menos, e no mínimo, expressar este sentimento.

Devíamos todos ter vergonha. Vergonha por aceitar, sem refletir, sequer, nesta atrocidade. Nestas atrocidades todas a qu etemos assistido, como se de um programa de televisão se tratasse.

O meu coração está com todas estas pessoas que neste momento sofrem pelas suas vidas, pelos seus que morreram estupidamente, nas mãos de decisiores egoistas, egocentricos, assassinos, disfarçados de políticos, de chefes de estado, de lideres.

Rezo por nós.

10
Jun25

Começa o (Des)Ventura

Filipe

 

Era inevitável.

E por isso escrevi, há tempos, que não há que entrar em pânico ou, como dizem os espanhóis: "que no panda el cunico!".

André Ventura mina-se a si próprio. É um engenho explosivo altamente volátil nas mãos de de um paciente de Parkinsons (com o devido respeito aos que sofrem desta condição). Isso todos já sabíamos, ou devíamos saber.

Eu, como muitos certamente, ainda esperei que o Ventura, homem de inegável inteligência estratégica, percebesse quando ser prudente. Pensei que ele tivesse lido o "sensō no geijutsu" ou mais conhecido por "Sun Tzu". Mas parece que não, ou talvez tenha lido aquela versão resumida das edições "Europa América", que todos conhecemos bem do liceu.

Leio, mal acordo, uma manchete sobre a intenção de Ventura de propor a suspensão do reagrupamento familiar, nos casos de autorização de residencia a estrangeiros. Achei (no mínimo) curioso, e lá fui eu morder o anzol.

Ao que parece, Ventura quer suspender, ou quer abolir, o reagrupamento familiar de pessoas que obtiveram legalmente, repito: legalmente, autorização de residencia em Portugal válido e mantêm os requisitos para o efeito.

Tudo isto parece-me, para não dizer mais, absurdo. Será que Ventura nunca ouviu falar de direitos adquiridos, de expetativas jurídicas legalmente criadas, do princípio da não retroatividade das leis em Portugal?

Será que Ventura não percebe que dizendo "expulsar meio milhão ilegal e deixar entrar mais meio milhão legal", nas palavras dele, não é aumentar a imigração, e muito menos a "ilegal"?? Não sou matemático, mas ainda que as premissas de Ventura estivessem corretas, que duvido, da última vez que confirmei, menos meio milhão contraposto com mais meio milhão é igual a zero. Onde está o grande e assustador aumento? E onde está o aumento de imigração ilegal em processos de reagrupamento de pessoas legalmente rsidentes em Portugal??

Temo que este tipo de impulsividades sejam apenas o exemplo do começo da lenta e dolorosa implosão de Ventura e, qual buraco negro, do Chega, como o conhecemos.

Será lento. Será doloroso. Mas será.

Ainda está para vir uma direita com pés e cabeça, tudo bem assente no chão (por via das dúvidas...). Aguardo esse dia com ansiedade.

Por enquanto, teremos que, e devemos, dialogar.

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